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Espectrometria de emissão óptica

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O espectrômetro de emissão óptica é uma técnica analítica considerada universal e usada para determinar a composição química de ligas, em qualquer fase do processo de produção que exista a necessidade de analise instantânea do material. Graças à precisão do método e ao curto tempo de análise, representa um sistema de controle da produção válido em todos os campos da indústria: siderúrgica, fundição, metal mecânica, montadoras e etc.

A GNR graças aos muitos anos de experiência na área, já projetou uma grande quantidade de instrumentos com a intenção de oferecer o melhor instrumento para todas as necessidades.

Difratometria

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A difração de raio X (XRD) é uma técnica não destrutiva para a análise qualitativa e quantitativa dos materiais cristalinos,
na formulação do pó ou do sólido. XRD é obtido basicamente como a “reflexão” de um feixe de raio X de uma família paralela e de planos atômicos igualmente separados, seguindo a lei de Bragg: quando um feixe de raio X monocromático com a freqüência “l” é incidido no vértice plano com um ângulo “q”, a difração ocorre se o trajeto dos raios refletir por planos sucessivos (com distância “d”) é um múltiplo da freqüência. “l” é a freqüência da radiação que vem do tubo de Raio X.

O Stress residual: forças que resulta em uma compressão ou em uma pequena dilatação dos afastamentos. Com XRD é possível medir a tensão (a deformação do latice original) e o stress é calculado graças ao constantes elásticas do material
A textura: é a orientação dos cristais em um espécime. Se uma textura estiver presente em um material , a intensidade de uma linha de difração muda sua orientação com respeito a feixe de incidente na mesma.

Tamanho e cadeia cristalina do: esta informação é obtida pela análise da largura e da forma das linhas de difração.

Análise da estrutura: XRD é usado investigar a estrutura cristalografica de um material. A posição e as intensidades relativas das linhas de difração podem ser correlacionadas à posição dos átomos na pilha da unidade, e a suas dimensões. O indexação, o refinamento da estrutura e a simulação podem ser obtidos com programas de computador específicos.

Película fina: Mantendo o feixe incidindo em ângulos baixos, é possível investigar as propriedades das multicamadas , minimizando a interferência da carcaça. Ao mesmo tempo que pode-se executar a medição refletômetrica.

TecnologiaA radiação fornecida por uma fonte dos raios X é reservada para colocar na amostra a ser analisada. A energia da radiação deve ser suficiente para deslocar os elétrons no ‘K’, no ‘L’ ou nos ‘M’-escudos dos átomos atuais na amostra.

Quando um elétron dos ‘K’-escudos é deslocado sai de uma vacância que desesetabiliza as estruturas da energia do átomo. Um elétron de um nível elevado de energia cairá nesta vacância.

DUREZA

DUROMETRO

Desde que haja um referencial intermediário, é a resistência oferecida por uma determinada liga padrão à penetração de um outro material que fornecerá o índice de dureza para os metais, sendo, portanto, de particular interesse para avaliar a resistência ao desgaste, o grau de endurecimento superficial por tratamentos térmicos e a resistência mecânica em geral do material, uma vez que as características mecânicas de sua superfície associadas ao grau de transferência térmica é que responderão como um todo.

No entanto, um fator que gera imprecisões neste tipo de ensaio é o de que os materiais tendem a deformar a impressão deixada após a remoção da carga, devido à excessiva elasticidade ou à grande aderência por plasticidade.

Estes ensaios de dureza são realizados mais freqüentemente do que outros ensaios mecânicos devido aos seguintes fatores:

  • São simples e de baixo custo – não é necessário a preparação de outro material e o equipamento é relativamente pouco dispendioso;
  • Os ensaios não são destrutivos (em geral) – o material não é fraturado ou excessivamente deformado, sendo deixada apenas uma pequena impressão. (Porém, um ensaio com penetrador maior, tal como o de dureza Brinell[2] , pode ser considerado destrutivo);
  • Outras propriedades mecânicas podem ser obtidas através dos ensaios de dureza, como a tensão máxima de tração, que pode ser obtida, para a maioria dos aços, através da seguinte equação:
TS(MPa)= 3,45HB

onde “HB” é a dureza na escala Brinell.

A facilidade de conversão da dureza em um escala para outra é algo desejável. No entanto, como a dureza não é uma propriedade do material muito bem definida e, devido às diferenças entre os vários métodos, um esquema compreensível de conversão não foi totalmente definido. As conversões entre os diversos métodos de medição devem ser aplicadas com cautela, devido a variações nos resultados, em função de possíveis hetereogeneidades da microestrutura do material. Estas heterogeneidades resultam em resultados diferentes de dureza, principalmente quando se utilizam métodos com cargas muito reduzidas ( Vickers[3] e Knoop [4] ). Os métodos com cargas mais elevadas ( Brinell e Rockwell [5] ) resultam em resultados mais homogêneos, representando uma “média” da dureza de uma determinada região da peça. Assim sendo, as durezas Vickers e Knoop são consideradas durezas de laboratório, sendo utilizadas mais frequentemente, para a determinação de durezas em pontos específicos de uma determinada peça, podendo-se distinguir a dureza entre diferentes fases do material ou entre áreas distintas, formadas por tratamentos térmicos como a cementação ou a nitretação. Estes métodos, quase sempre, exigem a preparação de corpo de prova, com lixamento fino ou mesmo o polimento metalográfico. Outra característica destes dois métodos é a possibilidade de variação da carga aplicada, com cargas entre 10 gramas e 100 kgf. A escolha da carga é feita em função do tipo de peça ou tipo de pesquisa que se realiza. Apesar de, teoricamente, para todas as cargas as durezas obtidas encontrarem-se dentro de uma mesma escala, na realidade cargas diferentes podem resultar em durezas diferentes, devido a possível presença de heterogeneidades no material. As durezas Brinell e Rockwell, são utilizadas para a medição de peças mais brutas, em geral, não é necessário a preparação de corpos de prova, sendo apenas realizado um pequeno lixamento na superfícia a ser testada. Estes métodos são apropriados para a utilização em linhas de produção e oficinas. Informações úteis para a conversão de dureza foram obtidas de modo experimental e podem ser vistas na ASTM E140 (Standard Hardness Conversion Tables for Metals).

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